Prof.. João Luiz
João Luiz Silveira da Rocha · nasceu em 1973
Prof.. João Luiz se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof.. João Luiz declarou R$ 43,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2012.
- Prof.. João LuizR$ 43,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 118,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof.. João Luiz declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Envira (AM) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Envira (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 13,2 por voto. Quem venceu, Dinho, gastou R$ 6,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,8; o mais barato, R$ 6,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elizeu Claudio PROSR$ 5,9 mil · 197 votosR$ 29,8
- Irmao Jorginho PSDR$ 4,4 mil · 182 votosR$ 24
- Lira Castro PROSR$ 5,7 mil · 275 votosR$ 20,6
- Elio Wanderley PODER$ 3,1 mil · 158 votosR$ 19,4
- Clemonds PROSR$ 5,9 mil · 316 votosR$ 18,7
- Cerlandio Torquato PSDR$ 4 mil · 258 votosR$ 15,7
- Raimundinho Do Aluizio PSDR$ 2,9 mil · 220 votosR$ 13,2
- Gean Gurgel PSLR$ 5,5 mil · 453 votosR$ 12
- Eró PSDBR$ 3,4 mil · 295 votosR$ 11,5
- Tonte PVR$ 2,4 mil · 250 votosR$ 9,48
- Ismael Dutra MDBR$ 4 mil · 571 votosR$ 7,00
- Dinho PODER$ 3,2 mil · 495 votosR$ 6,56
Votos por real
- 2016, vereador: 168 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.