Prof João Carlos
João Carlos Nogueira Alves · nasceu em 1961
Prof João Carlos se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PC do B (2006–2008), PSB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Quissamã (RJ)PC do B 15· esquerda· na urna, Prof. João CarlosNa chapa de Arnaldo Mattosochapa não eleita2.380 votos da chapa, 29,1%
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroPC do B 65432· esquerda· na urna, Prof. Joao Carlossuplente2.335 votos; 361º mais votado de 1.377 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Prof João Carlos teve 2.335 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 361º lugar entre 1.377 candidatos.
Recebeu votos em 47 cidades. Quissamã deu 45,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof João Carlos declarou R$ 859 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 581,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof João Carlos declarou ao TSE R$ 98 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 67 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Quissamã (RJ) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 35,7 mil53,4%
- Próprio bolsoR$ 16,9 mil25,2%
- Outros candidatosR$ 12,2 mil18,2%
- EmpresasR$ 2.1663,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 25,9 mil38,6%
- Material impressoR$ 19 mil28,3%
- TransporteR$ 12,6 mil18,8%
- EscritórioR$ 6.73710,1%
- PessoalR$ 2.1663,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6501%
Quanto custou cada voto: vereador, Quissamã (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 274 por voto. Quem venceu, Marcinho Pessanha, gastou R$ 136 por voto. O voto mais caro custou R$ 855; o mais barato, R$ 136.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Saulo Ramos PTR$ 172 mil · 201 votosR$ 855
- Darlene PTR$ 91 mil · 114 votosR$ 796
- Marcão Motorista PTR$ 94 mil · 142 votosR$ 663
- Carlos Magno PTR$ 131 mil · 284 votosR$ 460
- Jorginho Russo PTR$ 76 mil · 244 votosR$ 311
- Calico PTR$ 114 mil · 379 votosR$ 300
- Luiz Carlos PSCR$ 105 mil · 382 votosR$ 274
- Jorginho Barboza MDBR$ 68 mil · 335 votosR$ 204
- Dr. Jorge CIDADANIAR$ 70 mil · 347 votosR$ 203
- Dr. Ronaldo PSCR$ 103 mil · 608 votosR$ 169
- Edi Da Silva REPUBLICANOSR$ 89 mil · 542 votosR$ 164
- Marcinho Pessanha PSDR$ 73 mil · 540 votosR$ 136
Votos por real
- 2012, vereador: 3,8 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 74 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.