Prof Jenete Vilela
Jenete Vilela Souza · nasceu em 1967
Prof Jenete Vilela se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleita em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputada estadual · GoiásPT 13234· esquerda· na urna, Jenete Vilelasuplente1.417 votos; 267º mais votada de 737 no estado
- 2020
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Prof Jenete Vilela teve 1.417 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 267º lugar entre 737 candidatos.
Recebeu votos em 53 cidades. Mineiros deu 76,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Prof Jenete Vilela declarou R$ 789,9 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 244 mil acima da inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2024.
- Prof Jenete VilelaR$ 789,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Prof Jenete Vilela declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputada estadual: R$ 60 mil, 98% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Mineiros (GO) · PT · não eleita
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 5.46892,9%
- Próprio bolsoR$ 4167,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.62544,6%
- Material impressoR$ 1.69528,8%
- InternetR$ 1.01717,3%
- ServiçosR$ 5479,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Mineiros (GO), 2024
Mediana da disputa: R$ 35,2 por voto. Quem venceu, Sergislei Carrijo, gastou R$ 17,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 214; o mais barato, R$ 17,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marisa Campos MDBR$ 28 mil · 129 votosR$ 214
- Airam Botelho MDBR$ 28 mil · 275 votosR$ 101
- Jesse Ramos PODER$ 28 mil · 318 votosR$ 89
- Adriano Costa PLR$ 23 mil · 430 votosR$ 53,4
- Fabim Do Pereira PSDR$ 25 mil · 473 votosR$ 52,1
- Diane Da Saúde PLR$ 18 mil · 368 votosR$ 49,1
- Tomé PPR$ 18 mil · 516 votosR$ 35,2
- Edmar Andrade REPUBLICANOSR$ 20 mil · 588 votosR$ 33,5
- Major Souza PLR$ 18 mil · 554 votosR$ 32,6
- Dra Flávia PLR$ 20 mil · 634 votosR$ 31,3
- Dr Paulo Cunha MDBR$ 19 mil · 748 votosR$ 25,7
- Sergislei Carrijo UNIÃOR$ 21 mil · 1.205 votosR$ 17,6
Votos por real
- 2024, vereadora: 25 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2022, deputada estadual: 25 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2020, vereadora: 257 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 350 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.