Apuração
Deputado estadual · 2014 · PC do B

Prof.haroldo

Haroldo Gomes Barroso · nasceu em 1952

Prof.haroldo disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Maranhão), pelo PC do B: suplente.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,59← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPC do B2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 62 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Maranhão
    PC do B 65565· esquerda
    suplente986 votos; 177º mais votado de 490 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Prof.haroldo teve 986 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 177º lugar entre 490 candidatos.

Recebeu votos em 73 cidades. São Luís deu 45,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,2%.

986 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 986 votos.
  1. São Luís (MA)445 votos45,1%
  2. Colinas (MA)137 votos13,9%
  3. Jatobá (MA)90 votos9,1%
  4. São José de Ribamar (MA)32 votos3,2%
  5. Carutapera (MA)23 votos2,3%
  6. Outras 58 cidades136 votos13,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Prof.haroldo declarou R$ 511,9 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão.

R$ 511,9 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 264.000 na declaração)

Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Maranhão em 2014.

  • Prof.haroldoR$ 511,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 25,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 511,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Prof.haroldo declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Maranhão · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 18,5 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 16,6 mil89,6%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.92010,4%

Para onde foi

R$ 18,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 6.72036,5%
  2. EscritórioR$ 350,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Maranhão, 2014

Mediana da disputa: R$ 25,8 por voto. Quem venceu, Nina Melo, gastou R$ 10 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,1; o mais barato, R$ 10.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 54 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.