Prof. Geferson Garapa
Geferson Oliveira de Carvalho · nasceu em 1980
Prof. Geferson Garapa disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Tanabi (SP)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 32 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof. Geferson Garapa declarou R$ 162,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Prof. Geferson GarapaR$ 162,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Prof. Geferson Garapa declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereador · Tanabi (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.62549,6%
- PessoasR$ 7.05745,9%
- Outros candidatosR$ 6894,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 13,4 mil87,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 7584,9%
- ServiçosR$ 6504,2%
- OutrosR$ 5033,3%
- EscritórioR$ 480,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Tanabi (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 49,5 por voto. Quem venceu, Fabricio Missena, gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 159; o mais barato, R$ 18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Zé Henrique Zanetoni PTR$ 20 mil · 125 votosR$ 159
- Rodrigo Bechara PSBR$ 67 mil · 581 votosR$ 115
- Zanana MDBR$ 33 mil · 372 votosR$ 87,4
- Sidinei Pereira PSCR$ 17 mil · 194 votosR$ 85,4
- Tata PSCR$ 32 mil · 624 votosR$ 50,7
- Professor Enedino PPLR$ 28 mil · 571 votosR$ 49,5
- Rose De Paula PTR$ 19 mil · 466 votosR$ 41,8
- João Ribeiro MDBR$ 17 mil · 473 votosR$ 35,6
- Dorival Rossi PSCR$ 27 mil · 771 votosR$ 35
- Nivaldinho Da Prefeitura REPUBLICANOSR$ 21 mil · 919 votosR$ 23,3
- Fabricio Missena PTR$ 16 mil · 912 votosR$ 18
Votos por real
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.