Prof. Fred
Frederico Ribeiro Simões · nasceu em 1969
Prof. Fred se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PP (2008), PSB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, superior completo, diretor de estabelecimento de ensino. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Prof. Fred declarou R$ 622,9 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Prof. FredR$ 622,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Fred declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Registro (SP) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.39074,2%
- PartidoR$ 1.27214,8%
- Próprio bolsoR$ 95311,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.57076,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.30015,1%
- TransporteR$ 7048,2%
- RepassesR$ 410,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Registro (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 59,4 por voto. Quem venceu, Marcos Portela, gastou R$ 20 por voto. O voto mais caro custou R$ 318; o mais barato, R$ 20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristiano PTR$ 12 mil · 38 votosR$ 318
- Osvaldo Da Op PSDBR$ 82 mil · 550 votosR$ 149
- Romagnoli PSBR$ 14 mil · 127 votosR$ 111
- Cleiton Peniche PSBR$ 53 mil · 560 votosR$ 94,8
- Raul Calazans PTR$ 38 mil · 481 votosR$ 79,4
- Jair Alvaro PSDBR$ 24 mil · 360 votosR$ 66
- Xavico PSCR$ 40 mil · 679 votosR$ 59,4
- Marcelo Da Escola PHSR$ 14 mil · 243 votosR$ 55,9
- Dito Castro PSDR$ 20 mil · 473 votosR$ 42,2
- Mauricio Martins Pneus PLR$ 16 mil · 525 votosR$ 29,9
- Diabinho MDBR$ 20 mil · 724 votosR$ 27,2
- Marcos Portela PTR$ 13 mil · 659 votosR$ 20
Votos por real
- 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.