Prof. Fernando de Almeida
Fernando Eustaquio de Almeida · nasceu em 1948
Prof. Fernando de Almeida se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PHS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, ensino médio, músico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPHS 31234· centro-direita· na urna, Fernando de Almeidasuplente793 votos; 463º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Prof. Fernando de Almeida teve 793 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 463º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 91 cidades. Pará de Minas deu 43,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Fernando de Almeida declarou R$ 506,1 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Prof. Fernando de AlmeidaR$ 506,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 406,2 milCasa
- Valor em especieR$ 56,9 milDinheiro em espécie
- Instrumentos musicaisR$ 29,2 milOutros bens móveis
- AutomovelR$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- MotocicletaR$ 4.062Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Fernando de Almeida declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 3,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Esmeraldas (MG) · PHS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Esmeraldas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 89,1 por voto. Quem venceu, Marcelo Nonato Figueiredo, gastou R$ 35,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 35,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gledson Balbino (Guedão) PPLR$ 43 mil · 164 votosR$ 263
- Toninho Faria PC do BR$ 25 mil · 99 votosR$ 256
- Fernando Freitas REDER$ 42 mil · 218 votosR$ 191
- Flavinha PSDR$ 47 mil · 402 votosR$ 117
- Pastor Lucio PATRIOTAR$ 25 mil · 246 votosR$ 103
- Professor Ângelo Campolina MDBR$ 20 mil · 210 votosR$ 94,8
- Beto MDBR$ 53 mil · 592 votosR$ 89,1
- Agnaldo Lousada SOLIDARIEDADER$ 39 mil · 490 votosR$ 79,1
- Roni REDER$ 23 mil · 418 votosR$ 54,2
- Alan Do Açougue REPUBLICANOSR$ 29 mil · 577 votosR$ 50,7
- Marcelo Palhares PVR$ 22 mil · 456 votosR$ 48,8
- Marcelo Nonato Figueiredo PLR$ 30 mil · 852 votosR$ 35,7
Votos por real
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 213 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.