Apuração
Vereador · 2024 · NOVO

Professor Chico

Francisco Rodrigues da Cunha Neto · nasceu em 1962

Professor Chico se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoNOVO+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PDT2012PDT2016PDT2018SOLIDARIEDADE2024NOVO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 4 partidos: PSDB (2004), PDT (2008–2016), SOLIDARIEDADE (2018), NOVO (2024).

Dep. federalVereadorPartidoPSDBPDTSOLIDARIEDADENOVO’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, superior completo, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Alfenas (MG)
    NOVO 30222· direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado federal · Minas Gerais
    SOLIDARIEDADE 7707· centro-direita
    suplente1.398 votos; 402º mais votado de 825 no estado
  3. 2016
    Vereador · Alfenas (MG)
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente
  4. 2012
    Vereador · Alfenas (MG)
    PDT 12222· centro-esquerda· na urna, Prof. Chico
    eleito770 votos
  5. 2008
    Vereador · Alfenas (MG)
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente654 votos
  6. 2004
    Vereador · Alfenas (MG)
    PSDB 45222· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Professor Chico teve 1.398 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 402º lugar entre 825 candidatos.

Recebeu votos em 161 cidades. Alfenas deu 36,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,6%.

1.398 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.398 votos.
  1. Alfenas (MG)505 votos36,1%
  2. Uberlândia (MG)250 votos17,9%
  3. Belo Horizonte (MG)64 votos4,6%
  4. Machado (MG)35 votos2,5%
  5. Araguari (MG)29 votos2,1%
  6. Outras 146 cidades355 votos25,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Professor Chico declarou R$ 220,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 1,5 mi, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 220,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 145.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018.

  • Professor ChicoR$ 220,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 220,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 45,7 mil
    Outros bens imóveis
  2. #Nulo#R$ 45,7 mil
    Outros bens imóveis
  3. #Nulo#R$ 38 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. #Nulo#R$ 30,4 mil
    Outros bens imóveis
  5. #Nulo#R$ 18,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. #Nulo#R$ 18,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. #Nulo#R$ 15,2 mil
    Outros bens imóveis
  8. #Nulo#R$ 9.132
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Professor Chico declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 22 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Alfenas (MG) · NOVO · suplente

De onde veio

R$ 2.187
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.071
O maior gasto foi com material impresso: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.071.
  1. Material impressoR$ 1.63478,9%
  2. InternetR$ 43721,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Alfenas (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 40,1 por voto. Quem venceu, Ratinho, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 148; o mais barato, R$ 14,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 1.008 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.