Prof. Cenira
Antonia Cenira Fortes Bueno · nasceu em 1961
Prof. Cenira disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Coronel Bicaco (RS)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Cenira declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Prof. CeniraR$ 243,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Prof. Cenira declarou ao TSE R$ 635 em receitas, em reais de hoje, 23% de dinheiro público.
2016 · Vereadora · Coronel Bicaco (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 48676,5%
- Fundo partidárioR$ 14923,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 48676,5%
- Material impressoR$ 14923,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Coronel Bicaco (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 12,7 por voto. Quem venceu, Afranio, gastou R$ 8,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,9; o mais barato, R$ 8,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tito Livio MDBR$ 5,6 mil · 254 votosR$ 21,9
- Prof. Elaine PTR$ 3,5 mil · 203 votosR$ 17,4
- Itamar Sartori PPR$ 5,8 mil · 336 votosR$ 17,3
- Jean Doberstein PSDBR$ 4,6 mil · 269 votosR$ 17
- Erica PSBR$ 2,9 mil · 179 votosR$ 16,1
- Cintia Diniz Manjabosco PSDBR$ 2,9 mil · 214 votosR$ 13,5
- Elsinho PDTR$ 4,2 mil · 326 votosR$ 12,7
- Joãozinho PDTR$ 4,7 mil · 406 votosR$ 11,6
- Lucas PDTR$ 4,5 mil · 403 votosR$ 11,2
- Nelci De Souza Diniz PPR$ 3,1 mil · 299 votosR$ 10,2
- Egmar Avila - O Urubu PLR$ 2,5 mil · 258 votosR$ 9,78
- Afranio MDBR$ 3,9 mil · 477 votosR$ 8,25
Votos por real
- 2016, vereadora: 132 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.