Apuração
Deputado estadual · 2014 · PPL

Prof. Celso Ribas

Celso Wesley Ribas · nasceu em 1975

Prof. Celso Ribas se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPPL+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2014PPL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2004), PPL (2014).

Dep. estadualVereadorPartidoPVPPL200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 39 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Paraná
    PPL 54777· direita
    suplente32 votos; 681º mais votado de 738 no estado
  2. 2004
    Vereador · Ibaiti (PR)
    PV 43123· centro-esquerda
    suplente247 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Prof. Celso Ribas teve 32 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 681º lugar entre 738 candidatos.

Recebeu votos em 12 cidades. Curitiba deu 31,3% deles.

32 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 32 votos.
  1. Curitiba (PR)10 votos31,3%
  2. Cascavel (PR)7 votos21,9%
  3. Ibaiti (PR)4 votos12,5%
  4. Cornélio Procópio (PR)2 votos6,3%
  5. Fazenda Rio Grande (PR)2 votos6,3%
  6. União da Vitória (PR)1 voto3,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Celso Ribas declarou ao TSE R$ 5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Paraná · PPL · suplente

De onde veio

R$ 1.571
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.571.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 86455%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Roberto Requiao De Mello E Silva GovernadorR$ 70745%

Para onde foi

R$ 1.571
O maior gasto foi com serviços: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.571.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 86455%
  2. Material impressoTudo de Eleicao 2014 Roberto Requiao De Mello E Silva GovernadorR$ 70745%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2014

Mediana da disputa: R$ 27,8 por voto. Quem venceu, Tiago Amaral, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,9; o mais barato, R$ 16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.