Apuração
Deputado estadual · 2010 · DC

Prof. Carlos Alberto

Carlos Alberto Fernandes de Sousa · nasceu em 1947

Prof. Carlos Alberto se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PTB2008DC2010DC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2006), DC (2008–2010).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTBDC200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, não eleito.

Declarou ao TSE em 2010: 63 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · São Paulo
    DC 27112· direita
    não eleito159 votos; 1433º mais votado de 1.543 no estado
  2. 2008
    Vereador · São Paulo (SP)
    DC 27125· direita
    não eleito
  3. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PTB 1412· centro-direita
    suplente1.732 votos; 525º mais votado de 952 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Prof. Carlos Alberto teve 159 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1433º lugar entre 1.543 candidatos.

Recebeu votos em 15 cidades. São Paulo deu 87,4% deles.

159 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 159 votos.
  1. São Paulo (SP)139 votos87,4%
  2. Embu-Guaçu (SP)3 votos1,9%
  3. São Caetano do Sul (SP)3 votos1,9%
  4. Campinas (SP)2 votos1,3%
  5. Suzano (SP)2 votos1,3%
  6. São João do Pau D'alho (SP)1 voto0,6%
As outras 1 eleições para deputado
1.732 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.732 votos.
  1. Jaú (SP)695 votos40,1%
  2. São Paulo (SP)490 votos28,3%
  3. Itaquaquecetuba (SP)41 votos2,4%
  4. Brotas (SP)27 votos1,6%
  5. Dois Córregos (SP)27 votos1,6%
  6. Outras 167 cidades329 votos19%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Prof. Carlos Alberto declarou R$ 672,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2010.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 672,6 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 272.000 na declaração)

Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2010.

  • Prof. Carlos AlbertoR$ 672,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 147,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 672,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Carlos Alberto declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · São Paulo · DC · não eleito

De onde veio

R$ 6.304
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.304.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 3.32352,7%
  2. Próprio bolsoR$ 2.24835,7%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 73311,6%

Para onde foi

R$ 6.304
O maior gasto foi com outros: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.304. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 490,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2010

Mediana da disputa: R$ 34,8 por voto. Quem venceu, Fernando Capez, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 467 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.