Professor André Farias
André Luís Assunção de Farias · nasceu em 1972
Professor André Farias se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2018), PSOL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · ParáPT 13310· esquerda· na urna, Prof. André Fariassuplente5.229 votos; 143º mais votado de 633 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Professor André Farias teve 5.229 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 633 candidatos.
Recebeu votos em 111 cidades. Belém deu 32,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor André Farias declarou R$ 140,2 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2018 e 2020, o total subiu R$ 48,6 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- Professor André FariasR$ 140,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor André Farias declarou ao TSE R$ 123 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 95 mil, 44% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Belém (PA) · PSOL · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 13,7 mil48,7%
- PessoasR$ 5.80220,7%
- Fundo partidárioR$ 4.26015,2%
- Outros candidatosR$ 1.9196,8%
- VaquinhaR$ 1.8406,6%
- Próprio bolsoR$ 5592%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.34046%
- ServiçosR$ 6.01529,6%
- InternetR$ 4.79523,6%
- EscritórioR$ 1670,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Belém (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 38,9 por voto. Quem venceu, Vivi, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 590; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra Lucinery MDBR$ 134 mil · 228 votosR$ 590
- Nemias Valentim PSDBR$ 174 mil · 2.653 votosR$ 65,6
- Celsinho Sabino PSCR$ 223 mil · 4.087 votosR$ 54,5
- Enfermeira Nazaré PSOLR$ 197 mil · 4.023 votosR$ 49
- Matheus Cavalcante CIDADANIAR$ 178 mil · 3.647 votosR$ 48,9
- Claudia Vinagre PSDBR$ 197 mil · 4.955 votosR$ 39,9
- Yan Miranda DEMR$ 149 mil · 3.834 votosR$ 38,9
- Lívia Duarte PSOLR$ 169 mil · 5.599 votosR$ 30,2
- Mauro Freitas PSDBR$ 185 mil · 6.392 votosR$ 28,9
- Nenem Albuquerque MDBR$ 223 mil · 10.272 votosR$ 21,7
- Blenda Quaresma MDBR$ 134 mil · 6.210 votosR$ 21,6
- Vivi PSOLR$ 194 mil · 9.654 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2020, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 149 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.