Apuração
Prefeito · 2016 · PDT

Prof. André

André Alves Ferreira · nasceu em 1953

Prof. André se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008MDB2012MDB2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.

Passou por 2 partidos: PDT (2004), MDB (2008–2012), PDT (2016).

PrefeitoVereadorPartidoPDTMDBPDT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Professor Andre
    não eleito5.896 votos, 43,6%
  2. 2016
    PDT 12580· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    MDB 15· centro-direita· na urna, Professor André
    não eleito2.542 votos, 18,8%
  4. 2008
    MDB 15· centro· na urna, André
    eleito6.378 votos, 51,2%
  5. 2004
    PDT 12347· centro-esquerda· na urna, Professor André
    eleito538 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Prof. André declarou R$ 4.062 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 1.061, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 4.062
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.500 na declaração)

Declarou 12% da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Prof. AndréR$ 4.062
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 4.062. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Prof. André declarou ao TSE R$ 272 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 165 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Aparecida do Taboado (MS) · PDT · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.295
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.295
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Aparecida do Taboado (MS), 2016

Mediana da disputa: R$ 20,8 por voto. Quem venceu, José Natan, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 235; o mais barato, R$ 14.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 84 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 189 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 320 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.