Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Prof. Aldair

Aldair Araujo Rodrigues · nasceu em 1974

Prof. Aldair disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Paraíso do Tocantins (TO)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15655· centro-direita
    suplente346 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Prof. Aldair declarou R$ 260 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 260 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 160.000 na declaração)

Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2016.

  • Prof. AldairR$ 260 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 113,7 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 260 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Prof. Aldair declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje, 0,3% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Paraíso do Tocantins (TO) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 10,2 mil
0,3% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. PessoasR$ 7.18970,5%
  2. Próprio bolsoR$ 2.75327%
  3. Outros candidatosR$ 2272,2%
  4. Fundo partidárioR$ 280,3%

Para onde foi

R$ 10,2 mil
O maior gasto foi com transporte: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. TransporteR$ 5.81357%
  2. ServiçosR$ 1.55415,2%
  3. PessoalR$ 1.23112,1%
  4. EscritórioR$ 7217,1%
  5. Material impressoR$ 5465,4%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 3243,2%
  7. RepassesR$ 80,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Paraíso do Tocantins (TO), 2016

Mediana da disputa: R$ 53,7 por voto. Quem venceu, Walter Gontijo, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 181; o mais barato, R$ 16,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mônica Assistente Social PTR$ 16 mil · 88 votosR$ 181
  • Eliane Enfermeira PTR$ 16 mil · 169 votosR$ 97,3
  • Valdeci Titoto PROSR$ 29 mil · 334 votosR$ 87
  • Dr. Cleber PTR$ 27 mil · 352 votosR$ 76
  • Alemão REPUBLICANOSR$ 16 mil · 248 votosR$ 63,8
  • Regi Rolins PPR$ 17 mil · 310 votosR$ 55,1
  • Jc MDBR$ 41 mil · 766 votosR$ 53,7
  • Josefa Araújo MDBR$ 39 mil · 787 votosR$ 49,7
  • Adriano Moraes CIDADANIAR$ 28 mil · 709 votosR$ 39,3
  • Vanessa Alencar Pinto DEMR$ 21 mil · 549 votosR$ 37,6
  • Dedinho PTBR$ 17 mil · 532 votosR$ 31,2
  • Walter Gontijo MDBR$ 17 mil · 1.052 votosR$ 16,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.