Adriano Silva
Adriano Aparecido Silva · nasceu em 1970
Adriano Silva se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PP (2014), PSB (2016), DEM (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 47 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado federal · Mato GrossoDEM 2525· direitasuplente40.005 votos; 12º mais votado de 110 no estado
- 2016Prefeito · Cáceres (MT)PSB 40· centro-esquerda· na urna, Professor Adrianonão eleito13.189 votos, 37,1%
- 2014Deputado estadual · Mato GrossoPP 11245· direita· na urna, Prof. Adriano Silvasuplente18.118 votos; 24º mais votado de 292 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Adriano Silva teve 40.005 votos para deputado federal, 2,8% dos votos válidos do estado: 12º lugar entre 110 candidatos.
Recebeu votos em 136 cidades. Cáceres deu 27,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 68,1%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Adriano Silva declarou R$ 609,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2014 e 2018, o total caiu R$ 145,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso em 2018.
- Adriano SilvaR$ 609,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 110 mil
- Mediana dos eleitosR$ 488,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Casa terreno com area 275R$ 581,4 milCasa
- Banco do brasilR$ 25,5 milConta corrente no país
- Caixa econômica federal ag. 0870R$ 1.746Caderneta de poupança
- Cooperativa de credito de livre admissão uniao e negociosR$ 540Quotas ou quinhões de capital
- Cooperativa de credito de livre admissão união de negóciosR$ 489Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adriano Silva declarou ao TSE R$ 3,7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 2,3 milhões.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Mato Grosso · DEM · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Democratas - Diretorio NacionalR$ 527,8 mil49,2%
- Próprio bolsoR$ 187 mil17,4%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Candida Dos Santos Farias Suplente SenadorR$ 150,8 mil14%
- Pessoas21 pessoas, não nomeadasR$ 132,5 mil12,3%
- PartidoTudo de Diretorio Regional Do Democratas De Mato GrossoR$ 75,4 mil7%
Para onde foi
- Pessoal454 pessoas, não nomeadasR$ 577,9 mil57,6%
- TransporteR$ 37,1 mil3,7%
- InternetR$ 12,8 mil1,3%
- EscritórioR$ 2.9190,3%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso, 2018
Adriano Silva: R$ 25,1 por voto (mediana da disputa, R$ 46,3). Quem venceu, Juarez Costa, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 629; o mais barato, R$ 6,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adriano Silva. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Idilene Rodrigues PTBR$ 617 mil · 981 votosR$ 629
- Eliene Lima PLR$ 1,5 milhão · 9.330 votosR$ 161
- Professor Bispo PLR$ 1,6 milhão · 9.987 votosR$ 156
- Rogério Silva MDBR$ 2,4 milhões · 16.531 votosR$ 144
- Ezequiel Fonseca PPR$ 3,5 milhões · 32.410 votosR$ 108
- Fábio Cardozo PDTR$ 659 mil · 6.712 votosR$ 98,1
- Marrafon CIDADANIAR$ 2,5 milhões · 27.022 votosR$ 92,3
- Adauton Tuim PROSR$ 378 mil · 4.427 votosR$ 85,4
- Dilmair Callegaro PSDBR$ 1,3 milhão · 15.657 votosR$ 82,9
- Nicinha PSDBR$ 946 mil · 11.440 votosR$ 82,7
- Valtenir Pereira MDBR$ 3,1 milhões · 44.135 votosR$ 70,6
- Serys Slhessarenko REPUBLICANOSR$ 2 milhão · 33.546 votosR$ 59
- Renata Viana PDTR$ 1,2 milhão · 23.320 votosR$ 51,7
- Carlos Bezerra MDBR$ 2,8 milhões · 59.155 votosR$ 48
- Marildes Ferreira PSBR$ 1,2 milhão · 25.730 votosR$ 46,3
- Ane Borges PSCR$ 761 mil · 18.313 votosR$ 41,6
- Julio Cesar PSDBR$ 337 mil · 8.405 votosR$ 40,1
- Emanuelzinho PTBR$ 2,7 milhões · 76.781 votosR$ 35,7
- Dr Leonardo SOLIDARIEDADER$ 1,7 milhão · 52.335 votosR$ 32,1
- Jose Medeiros PODER$ 2,4 milhões · 82.528 votosR$ 28,5
- Gaspar PSDR$ 1,1 milhão · 40.470 votosR$ 26,6
- Adriano Silva DEMR$ 1 milhão · 40.005 votosR$ 25,1
- Vander Masson PSDBR$ 584 mil · 27.044 votosR$ 21,6
- Victório Galli PSLR$ 1,1 milhão · 52.947 votosR$ 20,5
- Professora Rosa Neide PTR$ 971 mil · 51.015 votosR$ 19
- Icaro Reveles PSBR$ 351 mil · 20.721 votosR$ 17
- Policialfederal Rafael Ranalli PROSR$ 441 mil · 33.523 votosR$ 13,1
- Juarez Costa MDBR$ 576 mil · 49.912 votosR$ 11,5
- Gisela Simona PROSR$ 347 mil · 50.682 votosR$ 6,85
Votos por real
- 2018, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 8 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.