Professor Adauto
Adauto da Silva · nasceu em 1969
Professor Adauto se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. A cor declarada mudou: branca em 2016, preta em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · ParanáPT 13900· centro-esquerdasuplente9.576 votos; 137º mais votado de 526 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Professor Adauto teve 9.576 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 137º lugar entre 526 candidatos.
Recebeu votos em 88 cidades. Sarandi deu 86,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Adauto declarou R$ 309,4 mil em bens, em reais de hoje: 9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 297 mil acima da inflação.
Declarou 9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Professor AdautoR$ 309,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Adauto declarou ao TSE R$ 189 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 78 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Sarandi (PR) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 13,1 mil83,7%
- Próprio bolsoR$ 2.54816,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 14,2 mil97,5%
- InternetR$ 3612,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Sarandi (PR), 2024
Professor Adauto: R$ 21,2 por voto (mediana da disputa, R$ 20,5). Quem venceu, Thay Menegazze, gastou R$ 7,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,8; o mais barato, R$ 7,82.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Adauto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Diego Miranda PTR$ 34 mil · 652 votosR$ 51,8
- Fernandinho PSDBR$ 17 mil · 627 votosR$ 27
- Keila Zegobia UNIÃOR$ 21 mil · 811 votosR$ 26,4
- Oscar Ferreira REPUBLICANOSR$ 7,7 mil · 316 votosR$ 24,2
- Jô Do Sopão PVR$ 12 mil · 510 votosR$ 22,8
- Professor Adauto PTR$ 15 mil · 688 votosR$ 21,2
- Everson Natalino PLR$ 16 mil · 802 votosR$ 20,5
- Paulão Kungfu PSBR$ 8,2 mil · 419 votosR$ 19,6
- Bianco PTR$ 26 mil · 1.669 votosR$ 15,8
- Gil PSDR$ 24 mil · 2.059 votosR$ 11,6
- Belmiro Barbeiro PPR$ 8,7 mil · 784 votosR$ 11,2
- Thay Menegazze PLR$ 8,2 mil · 1.049 votosR$ 7,82
Votos por real
- 2024, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 46 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 203 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.