Priscila Nocetti
Priscila Souza Nocetti Costa · nasceu em 1981
Priscila Nocetti se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSD (2012–2014), DEMOCRATA (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputada estadual · Rio de JaneiroPSD 55007· direitasuplente4.600 votos; 251º mais votada de 1.846 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Priscila Nocetti teve 4.600 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 251º lugar entre 1.846 candidatos.
Recebeu votos em 48 cidades. Rio de Janeiro deu 51,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Priscila Nocetti declarou R$ 9.710 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 888,7 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Priscila Nocetti declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 830 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Rio de Janeiro (RJ) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 141,5 mil77%
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas-Rio De Janeiro-Rj-EstadualR$ 42,3 mil23%
Para onde foi
- Serviços22 pessoas, não nomeadasR$ 134,9 mil73,5%
- OutrosR$ 8.4914,6%
- InternetR$ 5.3782,9%
- EscritórioR$ 4160,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Rio de Janeiro (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Lindbergh Farias, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arthur Correa PSLR$ 880 mil · 5.620 votosR$ 157
- Laura Carneiro DEMR$ 1,7 milhão · 14.646 votosR$ 114
- Chagas Bola PSLR$ 566 mil · 6.164 votosR$ 91,9
- Rogério Amorim PSLR$ 577 mil · 6.719 votosR$ 85,8
- Marcelo Arar PTBR$ 736 mil · 12.330 votosR$ 59,7
- Marcio Ribeiro AVANTER$ 1,1 milhão · 19.383 votosR$ 58,6
- Alexandre Isquierdo DEMR$ 790 mil · 17.764 votosR$ 44,5
- Felipe Michel PPR$ 930 mil · 20.936 votosR$ 44,4
- Cesar Maia DEMR$ 1,5 milhão · 55.031 votosR$ 27,4
- Carlo Caiado DEMR$ 651 mil · 26.212 votosR$ 24,8
- Rosa Fernandes PSCR$ 630 mil · 26.409 votosR$ 23,8
- Lindbergh Farias PTR$ 562 mil · 24.912 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2020, vereadora: 4,8 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 3,1 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.