Apuração
Vereador · 2016 · REPUBLICANOS

Prefeitinho

Gilmar Tibes de Souza · nasceu em 1970

Prefeitinho disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Sorriso (MT)), pelo REPUBLICANOS: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,51← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoREPUBLICANOS2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Sorriso (MT)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    não eleito612 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Prefeitinho declarou R$ 691,1 mil em bens, em reais de hoje: 8,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 691,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 425.381 na declaração)

Declarou 8,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • PrefeitinhoR$ 691,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 691,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Um imóvel urbano lote 08R$ 487,4 mil
    Outros bens imóveis
  2. Hsbc, ag. 0943, cc 06916-14R$ 68,7 mil
    Conta corrente no país
  3. Um veículo toyota/corolla xli 1.6 vvtR$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Sicredi, ag. 0812, cpoupança 30.367-4R$ 20,8 mil
    Conta corrente no país
  5. Caixa economica federalR$ 19,9 mil
    Conta corrente no país
  6. Banco do brasilR$ 15 mil
    Conta corrente no país
  7. Um veículo moto yamaha/fazer YS250R$ 9.748
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Banco bradesco ag. 1456R$ 6.622
    Conta corrente no país
  9. Sicredi, ag. 0812, ccorrente 30367-4R$ 6.171
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Prefeitinho declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Sorriso (MT) · REPUBLICANOS · não eleito

De onde veio

R$ 29,9 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,9 mil.
  1. PessoasR$ 26 mil86,9%
  2. Outros candidatosR$ 2.1627,2%
  3. Próprio bolsoR$ 1.7495,8%

Para onde foi

R$ 29,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,9 mil.
  1. PessoalR$ 18,4 mil61,4%
  2. Material impressoR$ 8.01726,8%
  3. TransporteR$ 2.4778,3%
  4. ServiçosR$ 1.0363,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Sorriso (MT), 2016

Mediana da disputa: R$ 40,2 por voto. Quem venceu, Acacio, gastou R$ 23 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.