Apuração
Deputado federal · 2018 · PDT

Pr Rafael Bueno

Rafael Ribeiro Bueno · nasceu em 1984

Pr Rafael Bueno disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPDT2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 34 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PDT 1272· centro-esquerda
    suplente3.357 votos; 167º mais votado de 404 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Pr Rafael Bueno teve 3.357 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 167º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 145 cidades. Dom Pedrito deu 14,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 66,9%.

3.357 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 3.357 votos.
  1. Dom Pedrito (RS)498 votos14,8%
  2. São Gabriel (RS)301 votos9%
  3. Sant'ana do Livramento (RS)240 votos7,1%
  4. São Leopoldo (RS)198 votos5,9%
  5. Santa Maria (RS)189 votos5,6%
  6. Outras 130 cidades1.112 votos33,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Pr Rafael Bueno declarou R$ 19 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 19 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.500 na declaração)

Declarou 15% da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2018.

  • Pr Rafael BuenoR$ 19 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 130,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 19 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Pr Rafael Bueno declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, em reais de hoje, 5% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PDT · suplente

De onde veio

R$ 36,9 mil
5% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 24,1 mil65,4%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 4.52412,3%

Para onde foi

R$ 1.457
O maior gasto foi com material impresso: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.457. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Andre Machado Leite 00535627041R$ 1.21483,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Paulo Pimenta, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 2.304 votos por R$ 1.000, 31 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.