Mario de Oliveira
nasceu em 1945
Mario de Oliveira se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em 2.
Direita pelo voto; centro-direita pelo partido
As medidas vão de +0,37 a +0,97 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo voto ele aparece mais à direita.
Votou como o governo orientou em 90% das votações, e com a maioria do próprio partido em 98%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2006 e 2010.
Passou por 2 partidos: PST (2002), PSC (2006–2010).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, eleito.
Declarou ao TSE em 2010: 64 anos, até o fundamental, deputado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado federal · Minas GeraisPSC 2020· direitaeleito100.811 votos; 35º mais votado de 524 no estado
- 2006Deputado federal · Minas GeraisPSC 2020· direita· na urna, Pr Mario de Oliveiraeleito77.719 votos; 44º mais votado de 528 no estado
- 2002Senador · Minas GeraisPST 181· centro-direita· na urna, Mário de Oliveiranão eleito705.777 votos, 4,4%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Mario de Oliveira teve 100.811 votos para deputado federal, 1,0% dos votos válidos do estado: 35º lugar entre 524 candidatos.
Recebeu votos em 430 cidades. Belo Horizonte deu 35,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Mario de Oliveira declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 9,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 5,3 mi, já descontada a inflação.
Declarou 9,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2010.
- Mario de OliveiraR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 171,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 7 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Quinhentas cabeças de novilhas/bezerrosR$ 618,2 milRebanho e animais
- DinheiroR$ 494,5 milDinheiro em espécie
- Casa, bhR$ 351,5 milOutros bens imóveis
- Banco do brasilR$ 93,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Ford F250R$ 71,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Brasil bancoR$ 58,4 milConta corrente no país
- Banco do brasil- conta correnteR$ 12 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mario de Oliveira declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 1,3 milhão.
Campanha a campanha
2010 · Deputado federal · Minas Gerais · PSC · eleito
De onde veio
- EmpresasTudo de Jbs S/AR$ 757,4 mil57%
- Próprio bolsoR$ 270 mil20,3%
- PessoasR$ 55 mil4,1%
- Outros candidatosR$ 1.6130,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 22 mil1,7%
- InternetR$ 239< 0,1%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2010
Mediana da disputa: R$ 52,3 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 19,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 19,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Omar Peres PSLR$ 4,7 milhões · 20.246 votosR$ 231
- Wellington Salgado MDBR$ 6 milhões · 50.169 votosR$ 119
- Carlos Alberto Pereira PDTR$ 5,5 milhões · 58.544 votosR$ 94,4
- Renzo Braz PPR$ 8,8 milhões · 102.573 votosR$ 86,2
- Bernardo Santana PLR$ 9,1 milhões · 119.029 votosR$ 76,8
- Paulo Abi Ackel PSDBR$ 7,6 milhões · 105.422 votosR$ 72,2
- Narcio PSDBR$ 7 milhões · 101.090 votosR$ 69,6
- Saraiva Felipe MDBR$ 6 milhões · 90.097 votosR$ 66,9
- Paulo Piau MDBR$ 5,8 milhões · 90.907 votosR$ 64
- Marcos Montes DEMR$ 5,5 milhões · 94.077 votosR$ 58,2
- Julio Delgado PSBR$ 4,1 milhões · 70.945 votosR$ 57,6
- Bonifácio Andrada PSDBR$ 4,1 milhões · 74.082 votosR$ 55,7
- Eduardo Azeredo PSDBR$ 6,7 milhões · 123.649 votosR$ 53,8
- Gabriel Guimarães PTR$ 7,3 milhões · 137.120 votosR$ 53,3
- João Bittar DEMR$ 3,9 milhões · 73.782 votosR$ 52,6
- Luiz Fernando PPR$ 5,5 milhões · 105.413 votosR$ 52,3
- Carlos Melles DEMR$ 4,9 milhões · 100.325 votosR$ 49,3
- Newton Cardoso MDBR$ 6 milhões · 137.680 votosR$ 43,7
- Odair Cunha PTR$ 6,3 milhões · 165.644 votosR$ 38,1
- Bilac Pinto PLR$ 4,5 milhões · 117.230 votosR$ 38
- Aelton Freitas PLR$ 3,9 milhões · 106.192 votosR$ 36,5
- Leonardo Quintao MDBR$ 5,1 milhões · 141.737 votosR$ 35,9
- Alexandre Silveira CIDADANIAR$ 7,1 milhões · 199.418 votosR$ 35,6
- Miguel Correa PTR$ 3,9 milhões · 113.388 votosR$ 34,7
- Rodrigo De Castro PSDBR$ 8,9 milhões · 271.306 votosR$ 33
- Toninho Pinheiro PPR$ 5,2 milhões · 179.649 votosR$ 29,2
- Domingos Sávio PSDBR$ 4,1 milhões · 143.113 votosR$ 28,6
- Reginaldo Lopes PTR$ 4,9 milhões · 176.241 votosR$ 28
- Marcus Pestana PSDBR$ 4,2 milhões · 161.892 votosR$ 25,7
- Weliton Prado PTR$ 4,6 milhões · 234.397 votosR$ 19,4
Votos por real
- 2010, deputado federal: 76 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 608 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2002, senador: 5.928 votos por R$ 1.000, 7,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.