Potó
Jonailson Torres Gaspar · nasceu em 1964
Potó se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2004), DEM (2008), PSD (2012–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Potó declarou R$ 8.765 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 7.413, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 67% da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- PotóR$ 8.765
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Potó declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Mundo Novo (BA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Mundo Novo (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 27,4 por voto. Quem venceu, Edilson Borges Da Saude, gastou R$ 2,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 476; o mais barato, R$ 2,15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Beny Mascarenhas PSDR$ 11 mil · 23 votosR$ 476
- Iêda PSDR$ 11 mil · 37 votosR$ 296
- Iane Sampaio PSDR$ 11 mil · 85 votosR$ 129
- Serjão PVR$ 5,9 mil · 114 votosR$ 51,4
- Cleide Carvalho PVR$ 5,5 mil · 129 votosR$ 42,4
- Naninha PSDR$ 23 mil · 573 votosR$ 39,7
- Léo PDTR$ 2,4 mil · 86 votosR$ 27,4
- Zelito PDTR$ 4,4 mil · 172 votosR$ 25,4
- Victor Eduardo PSDR$ 14 mil · 563 votosR$ 25,1
- Viló PTR$ 1,9 mil · 174 votosR$ 10,7
- Marcelo SOLIDARIEDADER$ 3,3 mil · 579 votosR$ 5,67
- Edilson Borges Da Saude MDBR$ 1,7 mil · 793 votosR$ 2,15
Votos por real
- 2016, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 278 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 162 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.