Pororoca
Francisco Honorato Lopes · nasceu em 1944
Pororoca se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2004), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 68 anos, ensino médio, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pororoca declarou R$ 241 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2012.
- PororocaR$ 241 mil
- Mediana dos candidatosR$ 24,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pororoca declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Marcelino Vieira (RN) · PSD · suplente
De onde veio
Nada declarado em 2012.
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Marcelino Vieira (RN), 2012
Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Ademar, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 85; o mais barato, R$ 19,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Adailson Alves DEMR$ 16 mil · 187 votosR$ 85
- Dr. Luzimar MDBR$ 18 mil · 337 votosR$ 53,1
- Pedro Júnior PSBR$ 11 mil · 231 votosR$ 46,8
- Branco PSCR$ 12 mil · 341 votosR$ 35,1
- Thales PLR$ 6,6 mil · 230 votosR$ 28,8
- Luiz Bento PTR$ 10 mil · 356 votosR$ 28,5
- Raimundo Do Panati PLR$ 8,4 mil · 298 votosR$ 28,2
- Ednaldo Vieira PVR$ 6 mil · 219 votosR$ 27,3
- Adalberto PLR$ 11 mil · 409 votosR$ 26,7
- Chico Filho PLR$ 8,2 mil · 342 votosR$ 23,8
- Dr. Verônica PPR$ 15 mil · 634 votosR$ 23,5
- Ademar PLR$ 7,1 mil · 366 votosR$ 19,5
Votos por real
- 2012, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.