Plinio
Plinio Francisco da Silva · nasceu em 1960
Plinio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Plinio declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 69,6 mil acima da inflação.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- PlinioR$ 113,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Plinio declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pimenteiras (PI) · MDB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.63956,1%
- PessoasR$ 4.63639,2%
- Outros candidatosR$ 5544,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.63956,1%
- ServiçosR$ 2.18618,5%
- OutrosR$ 9728,2%
- Material impressoR$ 8267%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6485,5%
- EventosR$ 4814,1%
- EscritórioR$ 780,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Pimenteiras (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 54,6 por voto. Quem venceu, Rogério Caetano, gastou R$ 32,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,4; o mais barato, R$ 32,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marilucia PTBR$ 18 mil · 206 votosR$ 88,4
- Luis Mendes PRPR$ 20 mil · 248 votosR$ 79,6
- Patricio PTBR$ 27 mil · 457 votosR$ 58,5
- José Ota PTBR$ 28 mil · 485 votosR$ 57,7
- João Bosco PTBR$ 18 mil · 331 votosR$ 54,6
- Edvar PPR$ 19 mil · 466 votosR$ 41,1
- Gilberto PTBR$ 25 mil · 626 votosR$ 39,6
- Reinaldo PTR$ 18 mil · 547 votosR$ 32,8
- Rogério Caetano PTBR$ 19 mil · 585 votosR$ 32,5
Votos por real
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.