Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Pito de Dedeca

Airton Alves dos Santos · nasceu em 1961

Pito de Dedeca se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Grossos (RN)
    PDT 12333· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Vereador · Grossos (RN)
    PDT 12333· centro-esquerda
    suplente98 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pito de Dedeca declarou R$ 56,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 56,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 35.000 na declaração)

Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.

  • Pito de DedecaR$ 56,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 56,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Pito de Dedeca declarou ao TSE R$ 942 em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Grossos (RN) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 942
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 942.
  1. Próprio bolsoR$ 83488,5%
  2. PessoasR$ 10811,5%

Para onde foi

R$ 942
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 942.
  1. Material impressoR$ 63967,8%
  2. ServiçosR$ 19520,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 10811,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Grossos (RN), 2012

Mediana da disputa: R$ 17,3 por voto. Quem venceu, Juninho De Cavinho, gastou R$ 9,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 156; o mais barato, R$ 9,20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.