Piteco
Antonio Paulo da Silva Neto · nasceu em 1973
Piteco se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PSC (2008–2012), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Piteco declarou R$ 112,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 45,3 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- PitecoR$ 112,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Piteco declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Camboriú (SC) · PL · eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 15,5 mil92,5%
- Próprio bolsoR$ 1.0866,5%
- Outros candidatosR$ 1621%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 8.09648,4%
- ServiçosR$ 2.26713,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Camboriú (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,7 por voto. Quem venceu, Claudinei Loos, gastou R$ 25,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 645; o mais barato, R$ 25,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sherie PTBR$ 47 mil · 73 votosR$ 645
- Rutinéia Quinzen MDBR$ 21 mil · 168 votosR$ 123
- Jonatan Figueiredo PSDR$ 21 mil · 252 votosR$ 84,9
- Ze Branco PSDBR$ 39 mil · 596 votosR$ 65,2
- Márcia Da Saúde PSDBR$ 36 mil · 638 votosR$ 56,8
- Má Da Madeireira MDBR$ 30 mil · 608 votosR$ 48,9
- Jane Stefenn REDER$ 40 mil · 931 votosR$ 42,7
- Adriano Gervasio PSDBR$ 35 mil · 913 votosR$ 38,4
- Zeca Simas DEMR$ 23 mil · 610 votosR$ 36,9
- John Lenon PSDBR$ 24 mil · 730 votosR$ 33,2
- Betinho Do Carvão DEMR$ 23 mil · 753 votosR$ 29,9
- Claudinei Loos MDBR$ 21 mil · 817 votosR$ 25,2
Votos por real
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 134 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.