Apuração
Vereador · 2016 · PL

Pio

Dilermando Seabra Filho · nasceu em 1947

Pio se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,56← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012PL2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: DEM (2008), PL (2012–2016).

VereadorPartidoDEMPL20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Colares (PA)
    PL 22000· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Colares (PA)
    PL 22000· direita
    eleito174 votos
  3. 2008
    Vereador · Colares (PA)
    DEM 25233· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pio declarou R$ 349,3 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 207,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 349,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 215.000 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.

  • PioR$ 349,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 349,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pio declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Colares (PA) · PL · suplente

De onde veio

R$ 1.724
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.724.
  1. PessoasR$ 1.67697,2%
  2. Outros candidatosR$ 492,8%

Para onde foi

R$ 1.724
O maior gasto foi com serviços: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.724.
  1. ServiçosR$ 1.67697,2%
  2. Material impressoR$ 492,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Colares (PA), 2016

Mediana da disputa: R$ 29,6 por voto. Quem venceu, Prof. Robson, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Joana PSDBR$ 7,3 mil · 54 votosR$ 135
  • Lene, A Ruiva PSDBR$ 3 mil · 34 votosR$ 88,6
  • Lauro PSDBR$ 3,2 mil · 44 votosR$ 72,1
  • Gerson Felício PROSR$ 3 mil · 81 votosR$ 37,2
  • Junior PPR$ 8,1 mil · 240 votosR$ 33,7
  • Professor Ronaldo Miranda PTBR$ 3,3 mil · 111 votosR$ 29,6
  • Neto Da Fluvial AGIRR$ 3 mil · 113 votosR$ 26,7
  • Nilzinho PLR$ 8,2 mil · 318 votosR$ 25,8
  • Edson Rebelo PSBR$ 4,8 mil · 197 votosR$ 24,5
  • Lalá PPR$ 4,6 mil · 308 votosR$ 15
  • Prof. Robson PSDBR$ 3,3 mil · 293 votosR$ 11,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 161 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.