Pio
Ezequiel de Lima Junior · nasceu em 1957
Pio se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, até o fundamental, taxista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pio declarou R$ 260,8 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- PioR$ 260,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pio declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Pariquera-Açu (SP) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 13,3 mil83,2%
- Próprio bolsoR$ 2.38314,9%
- Outros candidatosR$ 3081,9%
Para onde foi
- EscritórioR$ 8665,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Pariquera-Açu (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 161 por voto. Quem venceu, Professor Paulo, gastou R$ 50,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 475; o mais barato, R$ 50,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Silva DEMR$ 110 mil · 231 votosR$ 475
- Prof. Marta DCR$ 89 mil · 228 votosR$ 391
- Ademarzinho Do Brasil DEMR$ 27 mil · 81 votosR$ 328
- João Do Bar AVANTER$ 20 mil · 92 votosR$ 222
- Deninho AVANTER$ 26 mil · 134 votosR$ 197
- Mere PDTR$ 32 mil · 191 votosR$ 167
- Leny Cavalcante PVR$ 20 mil · 127 votosR$ 161
- Pinga PSDR$ 27 mil · 199 votosR$ 136
- Milton Ticaca PSDR$ 23 mil · 203 votosR$ 115
- Arnaldo Roquete PSDR$ 25 mil · 249 votosR$ 101
- Wagner Costa PSCR$ 28 mil · 342 votosR$ 82,4
- Professor Paulo PSCR$ 22 mil · 433 votosR$ 50,2
Votos por real
- 2012, vereador: 9,4 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.