Apuração
Vereador · 2012 · PSB

Pinheirinho Na Moral

Adisandro Pinheiro dos Santos · nasceu em 1975

Pinheirinho Na Moral se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PC do B2006PC do B2008PSB2012PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: PC do B (2004–2006), PSB (2008–2012).

Dep. federalVereadorPartidoPC do BPSB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 37 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSB 40123· centro-esquerda
    suplente
  2. 2008
    PSB 40123· centro-esquerda
    eleito1.225 votos
  3. 2006
    Deputado federal · Sergipe
    PC do B 6513· esquerda· na urna, Pinheiro Na Moral
    suplente12.484 votos; 15º mais votado de 48 no estado
  4. 2004
    PC do B 65123· esquerda· na urna, Pinheiro Na Moral
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Pinheirinho Na Moral teve 12.484 votos para deputado federal, 1,2% dos votos válidos do estado: 15º lugar entre 48 candidatos.

Recebeu votos em 42 cidades. Tobias Barreto deu 90,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,3%.

12.484 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 12.484 votos.
  1. Tobias Barreto (SE)11.249 votos90,1%
  2. Itabaianinha (SE)332 votos2,7%
  3. Aracaju (SE)290 votos2,3%
  4. Poço Verde (SE)134 votos1,1%
  5. Riachão do Dantas (SE)87 votos0,7%
  6. Outras 27 cidades92 votos0,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Pinheirinho Na Moral declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Tobias Barreto (SE) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 7.614
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.614.
  1. PessoasR$ 5.63274%
  2. Outros candidatosR$ 1.98226%

Para onde foi

R$ 7.614
O maior gasto foi com transporte: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.614.
  1. TransporteR$ 6.71588,2%
  2. Material impressoR$ 4666,1%
  3. OutrosR$ 4335,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Tobias Barreto (SE), 2012

Mediana da disputa: R$ 37,6 por voto. Quem venceu, Gal De Filó, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.089; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 1.052 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 315 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.