Pinguim
Juvenal Francisco do Nascimento · nasceu em 1969
Pinguim se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, até o fundamental, comerciário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pinguim declarou R$ 536,2 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 293,5 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- PinguimR$ 536,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pinguim declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Gilbués (PI) · PROS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.16670,6%
- Próprio bolsoR$ 48629,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 81049%
- ServiçosR$ 81049%
- OutrosR$ 322%
Quanto custou cada voto: vereador, Gilbués (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,9 por voto. Quem venceu, Jóia, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 41,4; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gorete PPLR$ 7 mil · 170 votosR$ 41,4
- Morvan MDBR$ 9,6 mil · 254 votosR$ 37,9
- Pedro Paulo PLR$ 7,3 mil · 198 votosR$ 36,7
- Bada PSDBR$ 6,6 mil · 214 votosR$ 30,7
- Washigton PTR$ 6,2 mil · 215 votosR$ 29
- Iara Da Farmácia PPLR$ 7,1 mil · 267 votosR$ 26,6
- Henrique Guerra AGIRR$ 6,4 mil · 291 votosR$ 21,9
- Dimas PATRIOTAR$ 5,5 mil · 250 votosR$ 21,8
- Ubiratan PSDR$ 7,9 mil · 369 votosR$ 21,4
- Claudio PHSR$ 7,4 mil · 388 votosR$ 19
- Junior PPR$ 7,1 mil · 410 votosR$ 17,3
- Jóia PHSR$ 5,1 mil · 337 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.