Pilzio
Pilzio Nunciatto Di Lelli · nasceu em 1936
Pilzio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 71 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · São PauloCIDADANIA 2320· centro· na urna, Pilzio Di Lellisuplente1.605 votos; 543º mais votado de 952 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pilzio teve 1.605 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 543º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 90 cidades. Salto deu 41,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.
- Salto (SP)667 votos41,6%
- São Paulo (SP)611 votos38,1%
- Itu (SP)47 votos2,9%
- Limeira (SP)30 votos1,9%
- Boituva (SP)29 votos1,8%
- Outras 75 cidades115 votos7,2%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pilzio declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 340,4 mil acima da inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2008.
- PilzioR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 436,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 591,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pilzio declarou ao TSE R$ 238 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 182 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Salto (SP) · CIDADANIA · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Salto (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 4,66 por voto. Quem venceu, Geraldo Garcia, gastou R$ 6,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 6,55; o mais barato, R$ 0,26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Geraldo Garcia PDTR$ 298 mil · 45.441 votosR$ 6,55
- Doutor Angelo PVR$ 49 mil · 10.574 votosR$ 4,66
- Professora Rita PSOLR$ 171 · 650 votosR$ 0,26
Votos por real
- 2006, deputado federal: 34 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.