Professor Pila
Francisco Pessoa da Silva · nasceu em 1953
Professor Pila se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 3 partidos: PP (2004), PSB (2008–2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Monsenhor Gil (PI)PSB 14· centro-esquerda· na urna, PilaNa chapa de Zé Noronhachapa eleita4.116 votos da chapa, 57,8%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Pila declarou R$ 680,3 mil em bens, em reais de hoje: 63 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 469,3 mil acima da inflação.
Declarou 63 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- Professor PilaR$ 680,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Em espécieR$ 589 milDinheiro em espécie
- Terreno na Rua Brito MeloR$ 50,3 milTerreno
- Chevrolet D20 CUSTOM ANO/MOD 1993/1994R$ 23 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do Brasil 0405R$ 12,9 milCaderneta de poupança
- Banco do BrasilR$ 5.134Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Pila declarou ao TSE R$ 359 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 193 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Monsenhor Gil (PI) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monsenhor Gil (PI), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,4 por voto. Quem venceu, Maylson Da Baixa Grande, gastou R$ 4,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,6; o mais barato, R$ 4,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jesus Celestino PC do BR$ 2,4 mil · 32 votosR$ 73,6
- Luciana Das Gêmeas PC do BR$ 9,4 mil · 132 votosR$ 71,3
- Cleidson Paiva Pabim PC do BR$ 10 mil · 171 votosR$ 60,7
- Welington Sousa DEMR$ 2,5 mil · 57 votosR$ 44,7
- Gonçala Abreu PSDR$ 3,2 mil · 85 votosR$ 37,1
- Jairo Abreu PC do BR$ 2,4 mil · 84 votosR$ 28,1
- Eder Carvalho PSDR$ 6,8 mil · 332 votosR$ 20,4
- Gislane Araujo PODER$ 3,8 mil · 260 votosR$ 14,4
- Jardyel Abreu Dada PSDR$ 3,5 mil · 276 votosR$ 12,7
- Flavio Henrique PTBR$ 4 mil · 390 votosR$ 10,4
- Eliane Moura PTBR$ 2,5 mil · 431 votosR$ 5,79
- Maylson Da Baixa Grande PTBR$ 2,6 mil · 571 votosR$ 4,51
Votos por real
- 2020, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.