Pietro Parronchi
nasceu em 1985
Pietro Parronchi se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2008–2012), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pietro Parronchi declarou R$ 180,8 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Pietro ParronchiR$ 180,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Peugeot 206 ano 2006 financiadoR$ 43,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ford courrier 2005 financiadaR$ 35,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma chevrovet D10R$ 32,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma pick up fiat strada 2001R$ 30,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 99% Da empresa tim gasR$ 21,9 milQuotas ou quinhões de capital
- Uma yamaha fazerR$ 16,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pietro Parronchi declarou ao TSE R$ 77 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 38 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Limeira (SP) · PV · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 14,6 mil93,6%
- Outros candidatosR$ 9135,9%
- PartidoR$ 890,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 12,2 mil78,3%
- PessoalR$ 2.85018,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4022,6%
- ServiçosR$ 1310,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Limeira (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,9 por voto. Quem venceu, Zé Da Mix, gastou R$ 23,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,7; o mais barato, R$ 23,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Érika Tank PLR$ 157 mil · 1.624 votosR$ 96,7
- Lima / Antonio Carlos Lima PTR$ 45 mil · 611 votosR$ 73,8
- Guilherme Guido PLR$ 56 mil · 809 votosR$ 69,8
- Carlinhos Silva PLR$ 46 mil · 787 votosR$ 58,6
- Nicinha Lopes PTR$ 48 mil · 981 votosR$ 48,8
- Toninho Franco PLR$ 42 mil · 957 votosR$ 44
- Farid PLR$ 46 mil · 1.179 votosR$ 38,9
- Constância Félix PDTR$ 44 mil · 1.330 votosR$ 33,5
- Jorge De Freitas PATRIOTAR$ 78 mil · 2.346 votosR$ 33,3
- Dr. Rafael Camargo MDBR$ 79 mil · 2.486 votosR$ 31,9
- Lu Bogo PLR$ 67 mil · 2.428 votosR$ 27,4
- Zé Da Mix PSDR$ 65 mil · 2.704 votosR$ 23,9
Votos por real
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.