Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Pierre Rigaud

Pierre Rigaud dos Santos · nasceu em 1985

Pierre Rigaud se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSDB2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PSDB (2012), DEM (2016).

VereadorPartidoPSDBDEM201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, ensino médio, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Ubatã (BA)
    DEM 25777· direita
    suplente198 votos
  2. 2012
    Vereador · Ubatã (BA)
    PSDB 45777· centro-direita· na urna, Pierre
    eleito441 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Pierre Rigaud declarou R$ 33,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 33,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 15.200 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.

  • Pierre RigaudR$ 33,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 33,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Pierre Rigaud declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Ubatã (BA) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 7.365
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.365.
  1. Próprio bolsoR$ 5.52475%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.73323,5%
  3. EmpresasR$ 1081,5%

Para onde foi

R$ 7.365
O maior gasto foi com transporte: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.365. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1.08314,7%
  2. OutrosR$ 3905,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Ubatã (BA), 2012

Mediana da disputa: R$ 56 por voto. Quem venceu, Juliano Da Nutricau, gastou R$ 28,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 379; o mais barato, R$ 28,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.