Apuração
Deputado estadual · 2014 · PL

Pierre Onassis

Pierre Onasis Ramos · nasceu em 1968

Pierre Onassis disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Bahia), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,51← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPL2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 46 anos, ensino médio, músico, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Bahia
    PL 22333· direita
    suplente4.486 votos; 186º mais votado de 578 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Pierre Onassis teve 4.486 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 186º lugar entre 578 candidatos.

Recebeu votos em 159 cidades. Salvador deu 53,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,3%.

4.486 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 4.486 votos.
  1. Salvador (BA)2.415 votos53,8%
  2. Cruz das Almas (BA)350 votos7,8%
  3. Camaçari (BA)150 votos3,3%
  4. Alagoinhas (BA)134 votos3%
  5. Vitória da Conquista (BA)108 votos2,4%
  6. Outras 144 cidades792 votos17,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Pierre Onassis declarou R$ 572,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 572,1 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 295.000 na declaração)

Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2014.

  • Pierre OnassisR$ 572,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 110,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 572,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Pierre Onassis declarou ao TSE R$ 110 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Bahia · PL · suplente

De onde veio

R$ 109,6 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 109,6 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Rui Costa Dos Santos GovernadorR$ 66,4 mil60,6%
  2. Próprio bolsoR$ 43,1 mil39,4%

Para onde foi

R$ 175,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 175,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosTudo de M. Dos S. Chagas Servicos - MeR$ 9.9315,7%
  2. TransporteR$ 2.4961,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Bahia, 2014

Mediana da disputa: R$ 22,8 por voto. Quem venceu, Zé Raimundo, gastou R$ 9,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 9,40.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 26 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.