Apuração
Vereador · 2016 · PROS

Pídio

Elpidio José da Rosa · nasceu em 1942

Pídio se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PL2016PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2012), PROS (2016).

VereadorPartidoPLPROS201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 74 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PROS 90110· direita
    não eleito
  2. 2012
    PL 22555· direita· na urna, Elpídio Verdureiro
    suplente60 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pídio declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 43 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 767.000 na declaração)

Declarou 43 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • PídioR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Sitio sao domingosR$ 487,4 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. Casa em itatibaR$ 406,2 mil
    Outros bens imóveis
  3. 3 Lotes corrego do bom jesusR$ 292,4 mil
    Outros bens imóveis
  4. Fox ano 2010 placa aql 2908R$ 35,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Kombi ano 86 placa ckf 9093R$ 24,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pídio declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Córrego do Bom Jesus (MG) · PROS · não eleito

De onde veio

R$ 1.127
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.127.
  1. PessoasR$ 56750,3%
  2. Outros candidatosR$ 56049,7%

Para onde foi

R$ 1.127
O maior gasto foi com serviços: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.127.
  1. ServiçosR$ 56750,3%
  2. Material impressoR$ 56049,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Córrego do Bom Jesus (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 30,7 por voto. Quem venceu, Toninho Bertina, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 407; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.