Pica Pau da Rádio
Luiz Donizetti Ribeiro · nasceu em 1963
Pica Pau da Rádio se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2012), PSDB (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisMDB 15690· centro· na urna, Pica Pau da Radiosuplente3.600 votos; 301º mais votado de 852 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pica Pau da Rádio teve 3.600 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 301º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 68 cidades. Guaxupé deu 54,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Pica Pau da Rádio declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 71 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2024, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.
Declarou 71 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Pica Pau da RádioR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Pica Pau da Rádio declarou ao TSE R$ 118 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 89 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Guaxupé (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Guaxupé (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 65,5 por voto. Quem venceu, Dra. Nelzina Lara, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 407; o mais barato, R$ 20,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elaine Caetano SOLIDARIEDADER$ 12 mil · 29 votosR$ 407
- Adilson Carlos PPR$ 16 mil · 44 votosR$ 373
- Bruna Negreiros SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 76 votosR$ 149
- Tereza Da Tin PLR$ 15 mil · 115 votosR$ 131
- Meire PLR$ 15 mil · 145 votosR$ 106
- Fernanda Bevilacqua SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 185 votosR$ 68,2
- Silvia Vale PLR$ 11 mil · 167 votosR$ 65,5
- Paulo Rogério REPUBLICANOSR$ 11 mil · 212 votosR$ 52,4
- Rosy Silva Cadeirante PLR$ 15 mil · 452 votosR$ 33,9
- Dr Éverton PTR$ 9,5 mil · 365 votosR$ 26,2
- Marcelo Pedroza PLR$ 10 mil · 488 votosR$ 21,2
- Dra. Nelzina Lara PLR$ 17 mil · 830 votosR$ 20,4
Votos por real
- 2024, vereador: 163 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 287 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 96 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.