Apuração
Vereador · 2016 · CIDADANIA

Piano

Laudi Piano · nasceu em 1958

Piano se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA+0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2016CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2004), CIDADANIA (2016).

VereadorPartidoMDBCIDADANIA2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Casca (RS)
    CIDADANIA 23023· centro
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Casca (RS)
    MDB 15644· centro
    suplente215 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Piano declarou R$ 240,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 240,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 148.120 na declaração)

Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • PianoR$ 240,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 240,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Lote rural com 100.000R$ 61,7 mil
    Terra nua
  2. Área de terras rurais de 2R$ 56,9 mil
    Terra nua
  3. Cota capital no sicrediR$ 52,8 mil
    Outras aplicações
  4. Consórcio no banco do brasilR$ 39,4 mil
    Consórcio não contemplado
  5. Poupança nos bancos: sicredi e banco do brasilR$ 16,2 mil
    Caderneta de poupança
  6. Titulo de capitalizaçãoR$ 13,6 mil
    Previdência VGBL

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Piano declarou ao TSE R$ 5,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Casca (RS) · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 2.996
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.996.
  1. Próprio bolsoR$ 1.61954,1%
  2. PessoasR$ 1.37645,9%

Para onde foi

R$ 2.996
O maior gasto foi com transporte: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.996.
  1. TransporteR$ 1.20640,3%
  2. Material impressoR$ 98032,7%
  3. ServiçosR$ 81027%

Quanto custou cada voto: vereador, Casca (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 18,8 por voto. Quem venceu, Sirlei, gastou R$ 9,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,2; o mais barato, R$ 9,68.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.