Piá do Béco
Cleverson Jose Brzezinski · nasceu em 1981
Piá do Béco se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PRTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Piá do Béco declarou R$ 43,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 44,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Piá do BécoR$ 43,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Piá do Béco declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Paulo Frontin (PR) · PRTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 50238%
- TransporteR$ 36127,3%
- EscritórioR$ 29622,4%
- ServiçosR$ 16212,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Paulo Frontin (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 51 por voto. Quem venceu, Emerson Snicer, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 20,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anair Veiga MDBR$ 6,3 mil · 46 votosR$ 137
- Pedrinho Latoeiro PDTR$ 4,5 mil · 41 votosR$ 110
- João Tomkiv PLR$ 3,2 mil · 32 votosR$ 99,7
- Leonardo Baiak PLR$ 3,2 mil · 34 votosR$ 93
- Marlete Ignaczuk PDTR$ 5,1 mil · 82 votosR$ 62,4
- João Potuk PDTR$ 3,8 mil · 68 votosR$ 55,9
- Zeno Pavelski PRTBR$ 4,2 mil · 83 votosR$ 51
- Nelson Matiuchenko PTR$ 3,2 mil · 97 votosR$ 32,7
- João D Agua MDBR$ 4,3 mil · 163 votosR$ 26,5
- Ernani Da Rádio PTR$ 3,8 mil · 161 votosR$ 23,9
- Emerson Snicer PLR$ 3,2 mil · 137 votosR$ 23,3
- Jonee Pesch MDBR$ 3,2 mil · 156 votosR$ 20,2
Votos por real
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.