Peruchi
Luiz Carlos Peruchi · nasceu em 1958
Peruchi se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 4 partidos: MDB (2004), PSB (2008), PSDB (2014), MDB (2016), PV (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 66 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2014Deputado estadual · Espírito SantoPSDB 45415· centro-direita· na urna, Luiz Peruchisuplente7.898 votos; 74º mais votado de 472 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Peruchi teve 7.898 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 74º lugar entre 472 candidatos.
Recebeu votos em 45 cidades. João Neiva deu 53,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Peruchi declarou R$ 242,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 110,6 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Espírito Santo em 2024.
- PeruchiR$ 242,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 335,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 331,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Quotas na unimed piraqueacu-cooperativaR$ 153,5 milQuotas ou quinhões de capital
- Fiat uno 2012/2013R$ 29,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automatico estilo simples fundo de investimentoR$ 29,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Automatico estilo banco brasilR$ 28,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Saldo em poupançaR$ 1.426Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Peruchi declarou ao TSE R$ 1,4 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 754 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · João Neiva (ES) · PV · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 54,7 mil75,4%
- Próprio bolsoR$ 14,2 mil19,6%
- PessoasR$ 3.6095%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 5.3598,1%
- TransporteR$ 3.2815%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.5163,8%
- OutrosR$ 2410,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, João Neiva (ES), 2024
Mediana da disputa: R$ 39,2 por voto. Quem venceu, Paulo Sergio - Micula, gastou R$ 39,2 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paulo Sergio - Micula REPUBLICANOSR$ 283 mil · 7.215 votosR$ 39,2
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 8,7 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.