Pereirinha
José Pereira Gomes · nasceu em 1935
Pereirinha se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 84 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pereirinha declarou R$ 99,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 62,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- PereirinhaR$ 99,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pereirinha declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Central de Minas (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 38973,3%
- Outros candidatosR$ 14226,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Central de Minas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,12 por voto. Quem venceu, Kuquinha, gastou R$ 3,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,3; o mais barato, R$ 3,64.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anivalde Arruda MDBR$ 2,4 mil · 78 votosR$ 31,3
- Professora Delcimar AVANTER$ 3,5 mil · 121 votosR$ 29,2
- Naldin Costa PSBR$ 2,3 mil · 92 votosR$ 25
- Edinaldo Da Tom Som AVANTER$ 3,3 mil · 213 votosR$ 15,6
- Cupim MDBR$ 1,3 mil · 140 votosR$ 9,58
- Irineu Garcia MDBR$ 1,1 mil · 119 votosR$ 9,38
- Alessandra Laia MDBR$ 1,6 mil · 203 votosR$ 8,12
- Obede Do Baixinho Da Padaria AVANTER$ 1,5 mil · 210 votosR$ 7,30
- Ananda Dornellas MDBR$ 2,1 mil · 308 votosR$ 6,92
- Davi Moreira AVANTER$ 1,5 mil · 277 votosR$ 5,24
- Leandro Florêncio MDBR$ 1,4 mil · 328 votosR$ 4,33
- Kuquinha MDBR$ 2,1 mil · 589 votosR$ 3,64
Votos por real
- 2020, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 9,7 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.