Pequinho Abreu
Luiz Péricles Rodrigues de Abreu · nasceu em 1967
Pequinho Abreu se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Pequinho Abreu declarou R$ 922,4 mil em bens, em reais de hoje: 83 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 703,2 mil acima da inflação.
Declarou 83 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- Pequinho AbreuR$ 922,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 23 Terrenos lot são luizR$ 304,9 milTerreno
- ResidencialR$ 265,1 milCasa
- Residencial - rua d pedro iR$ 176,8 milCasa
- Toytota hilux 2018R$ 132,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Voiage 2012R$ 33,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto hondaR$ 9.942Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Pequinho Abreu declarou ao TSE R$ 251 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 83 mil, 77% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Euclides da Cunha (BA) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.96052,7%
- Próprio bolsoR$ 2.29324,4%
- Fundo eleitoralR$ 2.15222,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.51967,7%
- ServiçosR$ 2.15232,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Euclides da Cunha (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 28,9 por voto. Quem venceu, Professora Norma, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 893; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilvanda Cabral PSDR$ 44 mil · 49 votosR$ 893
- Denise Rocha PSDR$ 47 mil · 60 votosR$ 784
- Renilda Da Saúde PSDR$ 45 mil · 132 votosR$ 340
- Beise Sampaio PSDR$ 45 mil · 170 votosR$ 264
- Chiara Enfermeira PSDR$ 45 mil · 516 votosR$ 86,9
- Messias Da Serra PSDR$ 32 mil · 1.020 votosR$ 31,1
- Dr Handerson Da Rosa PSDR$ 32 mil · 1.096 votosR$ 28,9
- Luizinho De Lula PSDR$ 32 mil · 1.141 votosR$ 27,8
- Ednalvo Guerra PSDR$ 32 mil · 1.206 votosR$ 26,3
- Valdemir PSDR$ 36 mil · 1.550 votosR$ 23
- Tita Da Água PDTR$ 31 mil · 1.525 votosR$ 20,1
- Professora Norma PTR$ 26 mil · 1.903 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2024, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 5,4 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.