Pepê de Três Ilhas
Paulo Cezar Gondim · nasceu em 1946
Pepê de Três Ilhas se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pepê de Três Ilhas declarou R$ 394,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 192,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pepê de Três Ilhas declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio das Flores (RJ) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.69277,7%
- PessoasR$ 48622,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 1.02847,6%
- PessoalR$ 64830%
- ServiçosR$ 48622,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio das Flores (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 45,4 por voto. Quem venceu, Zé Pré, gastou R$ 21,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,5; o mais barato, R$ 21,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jamaica CIDADANIAR$ 5,8 mil · 85 votosR$ 68,5
- Marlene Faria SOLIDARIEDADER$ 6 mil · 91 votosR$ 66,3
- Pedro Paulo PPR$ 5,3 mil · 89 votosR$ 59,7
- Phillipe Do Bar CIDADANIAR$ 20 mil · 395 votosR$ 50,3
- Solange DEMR$ 8,9 mil · 180 votosR$ 49,5
- Lulu Forlan PPR$ 9 mil · 198 votosR$ 45,5
- Leandro Do Moacyr SOLIDARIEDADER$ 8,6 mil · 189 votosR$ 45,4
- Rafael Teodoro REPUBLICANOSR$ 10 mil · 245 votosR$ 42
- Cibalena MDBR$ 16 mil · 434 votosR$ 36,8
- Rodrigo Sonera MDBR$ 16 mil · 550 votosR$ 29,7
- Diogo Brites PPR$ 9,4 mil · 331 votosR$ 28,4
- Zé Pré PSDR$ 5,4 mil · 247 votosR$ 21,9
Votos por real
- 2016, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.