Pepê
Pedro Passos da Silveira · nasceu em 1966
Pepê se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, bombeiro militar, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Santa CatarinaPTB 14193· centro-direitasuplente1.448 votos; 239º mais votado de 431 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Pepê teve 1.448 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 239º lugar entre 431 candidatos.
Recebeu votos em 43 cidades. Imbituba deu 58,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pepê declarou R$ 33 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 39% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- PepêR$ 33 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pepê declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 42 mil, 92% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Imbituba (SC) · PTB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.12342,9%
- PessoasR$ 1.52330,8%
- Próprio bolsoR$ 1.29926,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.23238,9%
- OutrosR$ 2.38028,7%
- PessoalR$ 2.12325,6%
- ServiçosR$ 2903,5%
- EscritórioR$ 2823,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Imbituba (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 47,3 por voto. Quem venceu, Bruno Pacheco, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Caroline Forte PSLR$ 15 mil · 62 votosR$ 239
- Jediael Souza PSLR$ 21 mil · 108 votosR$ 193
- Eliane Da Ecoville PSLR$ 27 mil · 213 votosR$ 128
- Tiano PSDR$ 9,9 mil · 91 votosR$ 109
- Del Vecchio PSLR$ 24 mil · 265 votosR$ 90,5
- Elísio Sgrott PPR$ 20 mil · 423 votosR$ 47,8
- Celia David Da Silva MDBR$ 14 mil · 299 votosR$ 47,3
- Rafael Mello PSLR$ 20 mil · 438 votosR$ 45,4
- Michel Peninha PSLR$ 14 mil · 330 votosR$ 43,9
- Cida Da Ibiraquera PTR$ 12 mil · 326 votosR$ 37,2
- Eduardo Faustina PPR$ 21 mil · 833 votosR$ 25
- Bruno Pacheco PSBR$ 14 mil · 862 votosR$ 16
Votos por real
- 2020, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.