Pepê
Osvaldino Francisco de Souza Filho · nasceu em 1973
Pepê se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSDB (2008), AGIR (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, policial militar, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pepê declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- PepêR$ 32,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pepê declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Riachão das Neves (BA) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.42968,5%
- Próprio bolsoR$ 1.11731,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.61945,7%
- Material impressoR$ 1.11731,5%
- ServiçosR$ 81022,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Riachão das Neves (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 23 por voto. Quem venceu, Moab, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 278; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valquiria PSDR$ 6,9 mil · 25 votosR$ 278
- Dr. Daniel PLR$ 14 mil · 324 votosR$ 43,9
- Dr. Brancildes AGIRR$ 10 mil · 267 votosR$ 37,6
- Carlinhos Da Banca DEMR$ 9,8 mil · 343 votosR$ 28,6
- Professor Nelson MDBR$ 5,5 mil · 213 votosR$ 25,8
- Bispo Elio PRTBR$ 8,5 mil · 338 votosR$ 25,3
- Thiago Do Lai PHSR$ 12 mil · 529 votosR$ 23
- Nego Da Burra PTBR$ 6,4 mil · 374 votosR$ 17,2
- Abrahao PSLR$ 6,7 mil · 402 votosR$ 16,6
- Antonio De Ulisses DEMR$ 10 mil · 611 votosR$ 16,6
- Socorro De Tonho De Santo MDBR$ 5,6 mil · 412 votosR$ 13,5
- Moab REPUBLICANOSR$ 9,2 mil · 848 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.