Pelé
Jose Rodrigues dos Santos · nasceu em 1942
Pelé se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PODE (2004), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 70 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pelé declarou R$ 328,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- PeléR$ 328,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pelé declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,9 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Mococa (SP) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.47184,4%
- PartidoR$ 45515,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.09971,7%
- OutrosR$ 45515,6%
- EscritórioR$ 37212,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Mococa (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 33,3 por voto. Quem venceu, João Penuja, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 77,7; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zezinho AGIRR$ 14 mil · 185 votosR$ 77,7
- Escoqui Da Exito PSBR$ 33 mil · 541 votosR$ 60,8
- Cesar Quilice PPR$ 40 mil · 664 votosR$ 60,8
- Débora Ventura PSDBR$ 35 mil · 709 votosR$ 50
- Chico Do Sindicato CIDADANIAR$ 103 mil · 2.134 votosR$ 48,4
- Di Taliberti PSBR$ 22 mil · 552 votosR$ 39,9
- Dito Careca PTBR$ 11 mil · 336 votosR$ 33,3
- Cabecinha MDBR$ 16 mil · 662 votosR$ 24,2
- Francisco Tuca DEMR$ 23 mil · 1.349 votosR$ 16,9
- Guilherme Da Santa Casa AGIRR$ 12 mil · 709 votosR$ 16,3
- Marcos Vicente - Nane PTBR$ 18 mil · 1.144 votosR$ 16,1
- João Penuja PSBR$ 11 mil · 749 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2008, vereador: 207 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 626 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.