Pelé
Carlos Alberto da Silva · nasceu em 1961
Pelé se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2002–2004), PP (2012), DEM (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, securitário, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Vacaria (RS)DEM 11· direitaNa chapa de Jane Andreola Olibonichapa não eleita8.862 votos da chapa, 25,4%
- 2012Vereador · Vacaria (RS)PP 11011· direita· na urna, Carlos Alberto - Pelécandidatura não chegou à urna
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulDEM 25603· direitasuplente4.340 votos; 255º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Pelé teve 4.340 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 255º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 58 cidades. Vacaria deu 82,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pelé declarou R$ 488,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 457,7 mil acima da inflação.
Declarou 8,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- PeléR$ 488,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pelé declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Vacaria (RS) · DEM · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 79150,4%
- PartidoR$ 42527,1%
- PessoasR$ 35422,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Vacaria (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 37,3 por voto. Quem venceu, Andrezinho Rokoski, gastou R$ 7,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 910; o mais barato, R$ 7,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosaura Lima PODER$ 13 mil · 14 votosR$ 910
- Marcão PLR$ 13 mil · 102 votosR$ 131
- Vinícius Andrade PDTR$ 28 mil · 230 votosR$ 120
- Elisabete Ritter De Vargas PTBR$ 37 mil · 425 votosR$ 87,1
- Professora Joara PTR$ 15 mil · 221 votosR$ 67,8
- Cris Tiburi Donde PPR$ 14 mil · 326 votosR$ 43,4
- Betão Carneiro PPR$ 13 mil · 360 votosR$ 37,3
- Dalla Santa PSBR$ 13 mil · 404 votosR$ 33,1
- George Pires PSLR$ 15 mil · 503 votosR$ 29
- Analu Silva PDTR$ 11 mil · 569 votosR$ 20,1
- Maurão Deluchi Schuler PSBR$ 11 mil · 834 votosR$ 13,4
- Andrezinho Rokoski PPR$ 9,7 mil · 1.274 votosR$ 7,61
Votos por real
- 2020, vereador: 383 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 303 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.