Pekeno
Nilton Pereira Barreto · nasceu em 1979
Pekeno se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2008–2012), PSD (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pekeno declarou R$ 160,9 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 129,9 mil acima da inflação.
Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- PekenoR$ 160,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pekeno declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 803.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Sete Barras (SP) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Sete Barras (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 260 por voto. Quem venceu, Nice Da Vila, gastou R$ 71,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 857; o mais barato, R$ 66,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Da Cruz PTBR$ 16 mil · 19 votosR$ 857
- Gilsa Cabeleireira DEMR$ 31 mil · 49 votosR$ 623
- Dalva Da Creche PODER$ 19 mil · 31 votosR$ 620
- João Batista PSBR$ 14 mil · 27 votosR$ 508
- Lucia Agente De Saúde DEMR$ 24 mil · 71 votosR$ 338
- Messias PLR$ 28 mil · 99 votosR$ 281
- Sergio Miashita PDTR$ 24 mil · 93 votosR$ 260
- Beto Aleixo PDTR$ 28 mil · 137 votosR$ 207
- Professor Waltinho DEMR$ 16 mil · 119 votosR$ 131
- Zequinha PDTR$ 17 mil · 208 votosR$ 81
- Nice Da Vila DEMR$ 18 mil · 253 votosR$ 71,9
- Beto Da Padaria CIDADANIAR$ 16 mil · 247 votosR$ 66,1
Votos por real
- 2012, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.