Pedro Riquena
nasceu em 1953
Pedro Riquena se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pedro Riquena declarou R$ 372,5 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Pedro RiquenaR$ 372,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Riquena declarou ao TSE R$ 661 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 511.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Arco-Íris (SP) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Arco-Íris (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 24,2 por voto. Quem venceu, Toninho Corretor, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 305; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valeria Tanganelli PTBR$ 2,1 mil · 7 votosR$ 305
- Luiz Ferrara MDBR$ 1,7 mil · 24 votosR$ 72,2
- Yolanda Reis PTBR$ 1,9 mil · 61 votosR$ 31,6
- João Cotrin PSDBR$ 2,5 mil · 84 votosR$ 29,9
- Romão Sidinei PTBR$ 2,3 mil · 77 votosR$ 29,5
- Adão Taieti PTBR$ 2,7 mil · 102 votosR$ 26
- Simone Zequini PTR$ 1,5 mil · 61 votosR$ 24,2
- Ines Do Posto PTBR$ 1 mil · 42 votosR$ 24
- Cicero Cavalo PVR$ 2 mil · 83 votosR$ 23,9
- Nino PTR$ 1,9 mil · 83 votosR$ 22,5
- Celso Passadori PSDBR$ 1,1 mil · 60 votosR$ 17,9
- Toninho Corretor PVR$ 1,7 mil · 100 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.