Pedro Peol
Pedro do Nascimento Junior · nasceu em 1978
Pedro Peol se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Peol declarou R$ 46,2 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 39,5 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Pedro PeolR$ 46,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Peol declarou ao TSE R$ 74 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Americana (SP) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Americana (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 67,8 por voto. Quem venceu, Juninho Dias, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 825; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elaine Borrasca PSDBR$ 66 mil · 80 votosR$ 825
- Big Diu PSDBR$ 63 mil · 232 votosR$ 272
- Professor Jonas PSDBR$ 69 mil · 294 votosR$ 234
- Jacira Chavare PSDBR$ 64 mil · 889 votosR$ 71,7
- Heber Pequeno PDTR$ 43 mil · 613 votosR$ 69,9
- Levi Rossi DEMR$ 70 mil · 1.016 votosR$ 68,5
- Marschelo Meche PSLR$ 53 mil · 777 votosR$ 67,8
- Renan De Ângelo PSDBR$ 73 mil · 1.076 votosR$ 67,6
- Dr. Renato Martins PTBR$ 52 mil · 1.089 votosR$ 47,9
- Nathália Camargo AVANTER$ 40 mil · 1.350 votosR$ 29,6
- Thiago Martins PVR$ 40 mil · 1.796 votosR$ 22,4
- Juninho Dias MDBR$ 55 mil · 3.998 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.