Pedro (pedrao)
Pedro Henrique Pereira da Costa · nasceu em 1949
Pedro (pedrao) se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2012), PSC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, ensino médio, comerciário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro (pedrao) declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Pedro (pedrao)R$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro (pedrao) declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campanário (MG) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.61969%
- PessoalR$ 72931%
Quanto custou cada voto: vereador, Campanário (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 48,4 por voto. Quem venceu, Lucimar, gastou R$ 27,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 337; o mais barato, R$ 27,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Andresa De Maurão PROSR$ 3,7 mil · 11 votosR$ 337
- Tulio Da Pedreira PSDBR$ 6,3 mil · 69 votosR$ 91,4
- Neli De Ge PSDBR$ 5,1 mil · 68 votosR$ 74,3
- Tekinha MDBR$ 5,9 mil · 91 votosR$ 65,1
- Lindomar PROSR$ 4,3 mil · 73 votosR$ 59,4
- Maurim PROSR$ 3,5 mil · 71 votosR$ 49,9
- Zé Paulo PROSR$ 7,8 mil · 162 votosR$ 48,4
- Russo Da Pracinha PSCR$ 4,7 mil · 106 votosR$ 43,9
- Fabio Do Banco PLR$ 3,9 mil · 101 votosR$ 38,6
- Edvaldo Enfermeiro PSDBR$ 4,8 mil · 140 votosR$ 34,2
- Paulinho Bororo PSCR$ 5,1 mil · 153 votosR$ 33,3
- Lucimar MDBR$ 7 mil · 260 votosR$ 27,1
Votos por real
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.